
Philipe se formou em Comunicação Social, uma profissão que ele chama de Caverna do Dragão: quem entrava ganhava aquele salário e ficava ali para sempre.
Começou no digital em 2013, como estrategista de campanha política. Em 2018, ligaram perguntando se ele entendia de tráfego pago. Ele só sabia apertar o botão de turbinar, mas disse que sim. Aprendeu na prática, assistindo aos vídeos do Pedro.
Um mês antes do SAV 2024, pediu demissão da agência onde trabalhava. Durante o evento, gravou um vídeo para a esposa dizendo que ela era o propósito dele e que, no ano seguinte, estariam numa situação muito melhor. No segundo dia veio o pitch do PRO, com a promessa dos R$ 15 mil. Parecia muito longe. Mesmo assim, ele entrou.
No primeiro mês, já fechou R$ 8 mil. No segundo, R$ 12 mil. No terceiro, os R$ 15 mil que pareciam impossíveis. Depois vieram os R$ 30 mil, os R$ 40 mil e os R$ 50 mil.
O casal tinha combinado: se batessem R$ 15 mil, iriam para Londres. Quando bateram R$ 30 mil, a viagem ganhou Roma também.
A esposa, que era enfermeira, acompanhou toda essa transformação de perto. Saiu da enfermagem e hoje é sócia dele.
Nas mentorias, Philipe ouviu muitas vezes que precisava sair da operação e assumir o estratégico. Quando finalmente escutou, contratou uma pessoa para o atendimento, um diretor de arte e uma social media. Hoje a empresa se apresenta como aceleradora de resultados: parceira do cliente, e não apenas apertadora de botões.
E, na semana do SAV 2025, veio a notícia de que a esposa estava grávida.







