Gabriel entrou no Subido PRO com 18 anos. Tinha acabado de se mudar e contava com pouco mais de R$ 5 mil na reserva de emergência para pagar o aluguel. Faturava R$ 4 mil por mês só com o que tinha aprendido na CST.
Quando ouviu o pitch, o pensamento foi direto: se pagasse a parcela mais o aluguel, ficaria sem comer.
O que o fez entrar foi a comunidade. “Tá maluco, com 18 anos entrando no programa, daqui 2 ou 3 anos tu vai voar”, diziam.
No fim do segundo dia ele pagou o sinal. Pegou o kit e foi chorando até o quarto do hotel, porque a decisão era pesada. E se tivesse que voltar para a casa da mãe. E se não desse certo. E se as vozes lá no fundo estivessem certas.
Mesmo assim, sabia que era a decisão certa. Chegou no quarto, gravou um vídeo chorando e prometeu para si mesmo que faria aquilo dar certo.
Uma semana depois de passar o cartão, tomou um churn e caiu para R$ 3 mil.
Algumas semanas depois fechou um cliente de R$ 2,8 mil. Fechou um cliente por porcentagem de lançamento e fez dois grandes lançamentos de Black Friday, terminando novembro e dezembro em R$ 14 mil.
Hoje fatura R$ 18 mil recorrentes, com picos de R$ 30 mil em época de lançamento.
O programa não mudou só a empresa. Antes de entrar, Gabriel não tinha contrato nem com o melhor cliente. Mudou a vida da família. Hoje ele paga uma faxineira para a casa da avó de 94 anos, que limpava tudo sozinha. Leva a mãe e a irmã para almoçar e jantar fora. Foi ao evento do PRO pagando tudo em cima da hora sem que fizesse falta. E já pagou R$ 9 mil de passagem para um cruzeiro em janeiro.







