
Luis Fernando entrou na programação aos 18 anos. Ganhava bem, cerca de R$ 10 mil por mês. Mas passava tantas horas no mundo corporativo que não sobrava tempo nem para pensar em mudar.
A virada começou pela esposa, que foi trabalhar no marketing da empresa do irmão dele. Ele passou a entender o que era tráfego pago, caiu nos anúncios do Pedro em 2024 e entrou na comunidade em outubro.
Logo no primeiro mês, colocou o conteúdo em prática com os clientes que já tinham, e novos clientes começaram a aparecer.
Foi ao Subido Ao Vivo com a esposa. No caminho para buscar os filhos, passou um filme na cabeça: eram R$ 20 mil a R$ 25 mil de investimento. O que fez a diferença foi entender que aquilo não era só mais uma mentoria. Era um MBA em gestão de tráfego. E o clã era o grande diferencial.
Um ano depois, a empresa está em R$ 40 mil por mês, praticamente o dobro, colocando em prática o que aprendeu no programa. Ele e a esposa são sócios, e a equipe tem as duas cunhadas: uma de 18 anos, que chegou sem nenhum conhecimento e hoje cria as artes, e outra que saiu do banco e hoje cuida da comunicação com os clientes. Uma terceira funcionária está chegando.
Com o tráfego, trocou o carro que tinha havia 5 anos pela HR-V que sonhava desde guri. Mas o maior ganho foi o controle do próprio tempo. E ver a família crescer junto: a cunhada que chegou abalada da vida bancária hoje está feliz e fez as primeiras viagens, e a mais nova já guarda dinheiro e comprou a própria moto elétrica.







