
Vinicius era jogador de basquete semiprofissional, federado no sub-18, e dividia a rotina de atleta com a escola. Recebia uma ajuda de custo de R$ 300.
Procurando uma renda para bancar uma possível bolsa de estudos nos Estados Unidos, foi atrás do digital. Caiu em um anúncio do Pedro Sobral, conheceu o desafio de gestão de tráfego e decidiu aprender a profissão de verdade.
Largou o basquete, entrou na Comunidade no fim de 2024 e conseguiu uma vaga de gestor de tráfego em uma agência pelo portal de vagas. Foi reinvestindo tudo em conhecimento e estrutura, até montar um pequeno escritório em casa.
Quando entrou no Subido PRO, a parcela do programa representava de 53% a 56% de todo o seu faturamento. Doze meses depois, já soma mais de R$ 120 mil faturados.
Uma das viradas veio em uma mentoria ao vivo. O Pedro o chamou e mostrou que ele estava entregando coisa demais, enquanto outros gestores faturavam mais entregando menos. Ali ele ganhou um diagnóstico do próprio momento e uma direção clara.
Saiu de 3 ou 4 clientes para algo entre 6 e 8. E, vindo de um esporte em que todo mundo vive mordendo o pescoço do outro, encontrou no PRO uma galera genuína, que quer ver o outro crescer.
Hoje ajuda a família financeiramente, compra o que gosta, se veste e come bem, e tem tempo de qualidade com a família e os avós. Exatamente a vida que ele buscava quando ainda jogava.







