
Weslley trabalhou 10 anos em um banco. Entrou no Subido PRO com um único cliente, que pagava R$ 350 por mês.
Ainda no CLT, usava todo o tempo livre para prospectar: no horário de almoço e no trajeto entre a casa e o trabalho. Nos fins de semana, estudava para aplicar.
Em 6 meses de aplicação, chegou a R$ 5 mil, R$ 6 mil por mês, perto do que ganhava no banco. Mas já trabalhava até de madrugada para dar conta das entregas. Foi quando decidiu sair.
Abriu mão de uma rescisão gorda, de PLR e de plano de saúde. Muita gente achou estranho ele largar o emprego dos sonhos. Mas faltava tempo com as pessoas que ele ama. E no banco ele levaria muitos anos para chegar a R$ 15 mil ou R$ 20 mil por mês.
Depois da demissão, mergulhou de vez no programa. Meses depois, bateu R$ 15 mil de faturamento, um número que parecia surreal para quem ganhava R$ 5 mil.
Hoje são 18 clientes e um faturamento entre R$ 30 mil e R$ 35 mil por mês, que varia conforme a comissão por resultado. Ele cuida do operacional e tem um gestor júnior contratado. A esposa, que é sócia, comanda o comercial.







