
André ganhou o primeiro computador da mãe aos 15 anos, entre 1994 e 1995. Talvez tenha sido o melhor presente da vida dele. Desde então, nunca mais saiu da tecnologia.
Conheceu o Pedro Sobral pelo movimento natural de quem está no mercado. Mas, para ele, o verdadeiro ouro está na comunidade, principalmente no Circle, onde dá para interagir com os mentores. É um ambiente em que, quanto mais você ajuda, mais você cresce.
Quando entrou no Subido PRO, passou a formalizar todos os contratos novos. Antes, muitos acordos eram feitos de boca ou acabavam virando escopos paralelos. Com processos otimizados e entregáveis melhores, o ticket médio só subiu e hoje fica entre R$ 3 mil e R$ 5 mil. Segundo ele, foram cerca de R$ 300 mil a R$ 350 mil gerados com clientes movidos pela dinâmica do PRO.
A competitividade também pesa. Ele esteve entre os homenageados do último campeonato do Subido PRO.
Hoje André enfrenta uma doença na família. Com uma carteira sólida, conseguiu adaptar a estrutura e trabalhar de casa, com total liberdade de tempo. Se precisar de um remédio ou de um exame fora do plano de saúde, sabe que vai conseguir.
Tudo isso tem endereço: a esposa que ele ama e o filho adotivo, que ele chama de filho que Deus lhe deu. São eles que o fazem acordar cedo e vestir a camisa todos os dias.







