A principal mudança na vida do Vitor depois de entrar na mentoria pode não parecer muito para quem vê de fora. Foi acreditar em si mesmo e enxergar que é possível.
Ele ainda não chegou aos R$ 15 mil. Mas já tem dentro de si a certeza de que vai passar desse número muito em breve. Não só pelo que está fazendo, nem só pela coragem de fazer, mas porque já acredita, dentro da própria mente, que é capaz. Antes ele não tinha essa concepção. Não tinha a concepção de que era bom.
Para ele, a questão financeira é uma quebra no sentido de romper padrões. Vitor não vem de uma família rica. E entende que uma família rica vai nascer nele, com a gestão de tráfego e com a empresa que está construindo.
Antes ele não via a gestão de tráfego como um modelo de negócio. Hoje tem claro que é possível, que é escalável e que é rentável.
Ele diz que a gente tem um poder incrível nas mãos: de mudar perspectivas, de mudar negócios, de causar mudança na vida das pessoas. E que isso reverbera em algo bom.
Vitor compara o programa a um farol iluminando um barco no meio da tempestade. E cita Newton para explicar: se enxergou mais longe, foi por estar apoiado sobre ombros de gigantes. Para ele, o PRO, os consultores, os mentores e o Pedro foram esses gigantes.
A palavra que resume, na visão dele, é acreditar que é possível.







