

Gabriel Peczek vem da roça de Rondônia. Da roça mesmo: pegava bezerro na mão, ajudava o pai a construir, capinava quintal, vendeu rapadura, cachaça e garapa pra comprar o primeiro violão. Cresceu trabalhando de segunda a sábado pra conseguir dinheiro de roupas e material escolar, enquanto os colegas viajavam nas férias.
Estudou em escolas públicas com aulas vagas e educação física na maior parte do tempo. A trajetória profissional refletia o ponto de partida — até que descobriu o digital.
Hoje completa dois anos como membro da Comunidade Subido de Tráfego. Renovou pela terceira vez. Ao longo desse período, modelou referência em quem frequentava a casa dos mentores que acompanhava — Pedro Sobral, Tiago Tessmann, Joel Jota — e foi absorvendo o mindset desses caras como modelagem prática.
Três coisas que ele aponta como decisivas no caminho:
Aplicar o que aprende, não acumular informação parada
Não se comparar com o ritmo dos outros
Aprender a aplaudir o sucesso alheio antes de cobrar o próprio
Agora vem o primeiro grande marco fora da rotina da terra: vai pro Subido Ao Vivo. Primeira vez que sai do estado, primeira vez que entra num avião. Da roça de Rondônia pro palco principal do tráfego pago. Como ele mesmo diz: do nada, as coisas começaram a se inverter a favor.
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