
Leonardo Santos levou à Comunidade um case que ele apelidou de "Mapa da Mina" — tráfego pra autoescolas. Segmento que muitos gestores ignoram por desconhecimento e que opera com preços tabelados, exigindo estratégia diferente da maioria dos negócios locais.
O recorte do case: R$3.329,17 investidos em mídia + R$600 em criativos. Faturamento bruto de R$546.943,86 em 60 dias. Lucro líquido apurado pelo cliente entre 36% e 40% (margens típicas do setor pelo custo de insumos) — R$196.899 líquidos.
O trabalho exigiu entender as restrições típicas do nicho: preços tabelados por órgãos reguladores, sazonalidade ligada a períodos de exame, jornada de aluno que pesquisa antes de matricular. Leonardo estruturou campanhas que respeitavam essa lógica em vez de tentar forçar abordagem genérica de negócio local.
A segmentação era cirúrgica: jovens em idade de habilitação no raio geográfico, públicos look-alike de matriculados anteriores e remarketing pra quem demonstrou interesse mas não fechou. Atendimento via WhatsApp respeitoso com a maturidade do aluno em decisão.
Leonardo compartilhou o passo a passo pra outros gestores que querem prospectar autoescolas — mercado pouco trabalhado por profissionais sérios e com bom potencial de renovação ao longo do ano.
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