Caio Amorim Maia se formou em Direito e passou três anos advogando antes de perceber que a carreira não era para ele. Enquanto procurava uma saída — pensou em outra faculdade, em programação, até em se mudar para a Austrália — a vida o interrompeu com uma notícia devastadora: o diagnóstico de Alzheimer precoce da mãe, aos 58 anos.
Perdido profissionalmente e sem condições financeiras de ajudar quem mais amava, Caio tentou alguns caminhos no digital até que um amigo o convidou para trabalhar em uma agência. Foi o primeiro contato real com a gestão de tráfego pago.
A partir daí, decidiu estudar a fundo. Entrou na Comunidade Subido de Tráfego — com a ajuda do pai para pagar — e, pela primeira vez, sentiu que havia encontrado seu lugar. A dedicação foi total.
O que veio depois foi uma virada consistente. Quando começou a se estruturar de verdade como gestor, seu faturamento era de R$5 mil por mês. Hoje, passa dos R$30 mil.
Para Caio, os números importam, mas o que mais pesa é o que eles representam: a segurança de poder dar todo o suporte que a mãe precisar, sem depender de ninguém para isso. Essa, segundo ele, é a maior conquista de toda a trajetória.
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