
Taynara Flohr cresceu dentro de uma confecção familiar, trabalhou em grandes grupos nacionais da moda e chegou a analista sênior ganhando 5k por mês. Por fora, uma trajetória sólida. Por dentro, um ciclo que não quebrava: dívidas, relacionamento abusivo, burnout à vista.
Foi dentro das grandes empresas que conheceu o tráfego pago e entendeu o que aquilo podia fazer. Conheceu o Pedro Sobral e, alguns meses depois, largou o CLT para se dedicar à gestão de tráfego — com um único cliente na carteira e sem saber como voltaria a ganhar os 5k que já recebia.
Em três meses, tinha novos clientes.
No primeiro ano empreendendo, faturou entre 11k e 15k por mês. No segundo, fechou dois meses consecutivos em 30k — sozinha, sem equipe, com contratos entre 3k e 7k mensais.
Com o que construiu nesse período, pagou o casamento à vista, mobiliou a casa, comprou um carro, quitou as próprias dívidas e as do marido, passou a guardar dinheiro e está construindo a casa própria.
Taynara não planejou ser gestora de tráfego. Queria ter o próprio negócio e estar presente em casa como a mãe esteve. O tráfego foi o caminho que encontrou para chegar lá.
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