Andréia Michele entrou no tráfego pago sem escolher. Trabalhava na empresa de um primo, acumulando funções — RH, atendimento, gerenciamento — quando a empresa contratou três gestores de tráfego que ninguém sabia cobrar. Foi aí que ela entrou na Comunidade Subido de Tráfego: para saber fazer as perguntas certas.
Mas ela foi além. Nas primeiras aulas, identificou furos graves nas campanhas dos gestores. Um mês depois, com um prejuízo de R$400 mil sem retorno, o chefe demitiu todos e colocou os lançamentos nas mãos dela.
Com um mês de estudo e sem rastreamento, analytics ou BI, montou a primeira campanha. Rodou. Deu certo. O lançamento seguinte foi 100% dela: R$120 mil investidos, R$700 mil de retorno.
Mesmo assim, ouvia que "não sabia fazer tráfego." A frase que virou ponto de virada veio do próprio chefe: "Você vai sair daqui pra ganhar o que eu te pago aonde?"
Ela foi descobrir. Encontrou uma vaga no Contrate um Subido, enfrentou os próprios medos em cada etapa do processo seletivo — inclusive pesquisar o que era um plano de mídia na véspera da entrevista — e entrou na agência como Sênior.
Ficou um ano. Depois, abriu a própria empresa.
Hoje fatura R$30 mil por mês, sem prospecção ativa. Só indicação e parcerias.
O ex-patrão estava certo: ela nunca mais ganhou os R$3 mil que ele pagava. Ganhou muito mais.
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